segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Comunistas se complicam ao gerir capital na ANP e na UNE


UNE recebeu R$ 30 mi do governo para construir a sede, mas até agora nada
A gestão do PCdoB rendeu embaraços judiciais à Associação Nacional do Petróleo (ANP) e à União Nacional dos Estudantes (UNE). O Supremo Tribunal Federal (STF) atualmente investiga um suposto envolvimento de funcionários do órgão com a máfia dos combustíveis no Rio de Janeiro. Já a UNE, embora não seja instituição pública, teve que enfrentar uma ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que tentou anular a doação de um terreno da União à entidade. Ao justificar a ação civil pública, o MPF alegou que a UNE nada fizera em um terreno na capital fluminense, doado ainda no governo Itamar Franco. Porém, diante do compromisso da UNE de erguer a nova sede no local, a Justiça optou por arquivar o caso em 2006. Hoje, quase um ano depois de receber R$ 30 milhões do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a título de indenização para tocar o projeto de construção do prédio, a UNE continua sem cumprir o compromisso, com o terreno vazio, sem um bloco sequer.
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